Ceuta – território agora espanhol, mas que já foi português – está a ser invadido por dezenas de milhares de migrantes que procuram, por essa porta, entrar na Europa. Inexplicavelmente esta chegada massiva de mão-de-obra está a provocar uma inusitada preocupação entre os governos europeus. A começar pelo do país aqui ao lado, ainda liderado pelo novo Churchill também conhecido por Pedro Sanchez. O ídolo dos extremo-idiotas ibéricos. A tal ponto que o homem sentiu necessidade de mandar a tropa para tentar controlar aquilo.
Não me parece caso para tanto. Pelo contrário, até. Esta súbita chegada de arquitectos, engenheiros, doutores e mestres de todas as artes irá, de certeza, contribuir para um boom económico nunca visto. O crescimento do PIB europeu em geral e espanhol em particular estará garantido, assim como salvaguardadas estarão as reformas dos europeus. Dos actuais e das próximas cinco gerações.
Só falta, pelo menos que eu tenha visto, os habituais comités de boas-vindas. Nomeadamente aqueles cartazes com os costumeiros dizeres “refugees welcome”. Não tardarão. As gajas das causas, aquela malta dos trejeitos esquisitos e gente que parece ter escapado de um qualquer museu dos horrores já devem estar a caminho. Até porque, também no âmbito do enriquecimento cultural, esta gente que agora chega tem vindo a desempenhar um papel de relevo. Como, se preciso fosse, os últimos acontecimentos a envolverem manuseamento de facas e de outros objectos de uso comum, amplamente têm demonstrado.